Devastador. Incrivelmente devastador. Como certos dias, onde a chuva rompe o ceu azul mostrando o lado negro de um horizonte diferente. Nao há como, nem porquê, mas acontece. E tudo se baseia numa verdade, algo que nunca conseguirás atingir seguindo por caminhos diferentes aos teus principios.
Amizade. Seria demasiadamente ingénuo ao não meditar sobre o que nos enche mais o coração, mas igualmente estúpido para ignorar o que á minha volta acontece sem a mínina possibilidade de percepção. Não culpo, muito menos critico e julgo, mas tenho ao menos a possibilidade de explorar o revés que sinto em cada acção indirectamente ligada a mim, que estrondosas consequências se reflectem no meu já complicado caminho.
Porém, não dramatizo. Sou capaz de compreender tais razões impossiveis de imaginar, mesmo não havendo saída. No fim, tudo tem uma razão de acontecer e eu ainda procuro o berço de tudo isto.
Mas porquê ? O que designas tu por amizade ? Ajuda nos momentos críticos, e desprezo nos nossos momentos de extase ? Inquietação por melhores dias, ombros que colhem as tuas lágrimas, e no fim uma fuga quando essas lágrimas são as nossas ? Seria fácil a resposta se me visse na pele de certos 'amigos', certos companheiros de alegrias e tristezas que no fim mostram o que realmente valem : nada.
Sinto-me abandonado, desprezado e até usado por amigos que eu denominei dos melhores, por amigos com quem lutei e ajudei até não poder mais, por pessoas que acima de tudo, tinham o meu respeito e a minha amizade. Poderei enunciar um conjunto de diferenças entre conhecidos e amigos, mas todos sabemos que essas diferenças nunca passarão de igualdades que nos farão confundir os dois termos.
No fim, sei que luto sozinho. Cada pessoa sonha, e para isso busca o seu próprio caminho usando as pessoas que usam o bem como forma de vida. É triste, ás vezes devastador, mas é com estes erros que um dia, nos ensinarão a separar estas pessoas, desprezá-las também, num acto de fúria e até precipitado, porque o que para nós são lições do passado, para outros são simples exemplos de um caminho mal escolhido. Por isso, não te apoies demasiado. As fundações dessa amizade podem demonstrar força, mas cedo perderão força em simples actos que para ti significarão o fim ...
O silêncio da palavra, feroz, dobrada em quatro e deixada a um canto, para ninguém a ouvir.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Give up ?
Desistir. Não chamar-lhe-ia de fracasso, mas sim de uma pequena vitória. Sinto-me fraco, de joelhos perante este mundo incapaz de me ajudar. Em baixo, triste e indiferente ao que me rodeia. Mas a força não está na forma como seguimos o nosso rumo, nem como conquistamos as nossas hárduas tarefas. Esta na forma como nos levantamos. Na forma como enfrentamos o que nos faz desistir, na forma como nos enfrentamos numa luta solitária onde tentamos que os medos se afastem, a vontade impere e a força nos leve a acreditar. Acreditar no possível, na certeza do impossível querendo conquistá-lo quebrando barreiras que nos façam exceder o limite. Aquele nosso limite, que achamos uma barreira demasiado grande para ultrapassar.
Dai levanto-me, e procuro a razão deste acto tão dificil de executar. Olho para o infinito, e sorrio. Porque o nosso sorriso, por mais triste que seja, é um começo depois de um duro fim, é um principio de uma longa etapa, é a base da nossa conquista. Se te queres erguer, pensa: a vida não foi feita para tristezas. Foi feita de etapas. Há dias bons, maus, longos e excitantes. Há o começo, o fim, a luta e a vitória. A vitória quando perdemos, quando damos valor ao nosso esforço, a vitória que nos faz louvar, que nos faz avançar e que nos enche de esperança. Há a barreira, a queda, a amizade e a liberdade. Quando se conjuga isto, podes dizer que estás a viver. Não o simples viver, mas sim aquele viver sentido e excitante que te faz contar o tempo. Ver o relógio andar lentamente, sem parar.
Por isso, nao desistas. Levanta-se, sorri, pensa no que te faz viver. Aproveita algo único, faz-te feliz. Porque quando te sentires feliz contigo mesmo, sentirás a excitação da liberdade. Voarás por entre mundos, sentirás a ofegante respiração de uma vida. Verás, nem que seja por pouco tempo, que a vida vale a pena.
Por isso, sorri. e acima de tudo, vive ... o mundo não acaba amanha, mas imagina que termina ...
Dai levanto-me, e procuro a razão deste acto tão dificil de executar. Olho para o infinito, e sorrio. Porque o nosso sorriso, por mais triste que seja, é um começo depois de um duro fim, é um principio de uma longa etapa, é a base da nossa conquista. Se te queres erguer, pensa: a vida não foi feita para tristezas. Foi feita de etapas. Há dias bons, maus, longos e excitantes. Há o começo, o fim, a luta e a vitória. A vitória quando perdemos, quando damos valor ao nosso esforço, a vitória que nos faz louvar, que nos faz avançar e que nos enche de esperança. Há a barreira, a queda, a amizade e a liberdade. Quando se conjuga isto, podes dizer que estás a viver. Não o simples viver, mas sim aquele viver sentido e excitante que te faz contar o tempo. Ver o relógio andar lentamente, sem parar.
Por isso, nao desistas. Levanta-se, sorri, pensa no que te faz viver. Aproveita algo único, faz-te feliz. Porque quando te sentires feliz contigo mesmo, sentirás a excitação da liberdade. Voarás por entre mundos, sentirás a ofegante respiração de uma vida. Verás, nem que seja por pouco tempo, que a vida vale a pena.
Por isso, sorri. e acima de tudo, vive ... o mundo não acaba amanha, mas imagina que termina ...
terça-feira, 27 de maio de 2008
Fins ..
Diferente. Insolúvel na vida, não á volta. Aconteceu, e acabou. É estranho olhar o céu, ver o dia, respirar este ar que todos os dias nos envolve. É simplesmente, diferente.
Gostava de acordar deste enredo em que adormeci. A vida parecia boa, era vivida, sentida, e até intensamente procurada nos longos segundos que passam. Olho o mar, a razão, olho a cor, olho em redor e vejo que tudo mudou. Já não procuro a alegria, porque sinto a tristeza. Deixei de ver o que de positivo a alegria me traz, porque encarei a dura realidade de ser como sou. De ser assim, de estar assim, de qerer ser assim e de falhar assim. Era bom acordar de manhã, levantar para a vida e sonhar que iria voar por entre estes obstáculos que crescem á minha volta. Agora, sinto-os como barreiras de uma grandeza inantigivel, de uma contrariedade tal que nem me vejo a ultrapassá-los. As forças cairam, a vontade fugiu, a ilusão voltou e eu, perante este mundo cruel, baixo os braços. Acabou. Lutar ? Não. A vida não sao lutas, são ganhos. Não sao exemplos, sao certezas. E eu sei que sinto que a razao leva.me a este estado involuntario em que me perco em pensamentos de como tudo seria diferente se .. se e ses que completam uma ilusão em que me escondo. Não desisti, simplesmente aceitei. Porque sei que a minha luta nao causara diferença, porque sei que eu n mudarei um caminho, porque sei que nao alterarei nada. Porque acima de tudo, sei como a vida me ganha e que, neste momento de solidao extrema, conjugo o verbo 'sentir' .. sentir fortemente esta vida e, de braços para baixo, olhar o ceu á procura da resposta ... resposta respondendo á pura ilusao da vida.
Gostava de acordar deste enredo em que adormeci. A vida parecia boa, era vivida, sentida, e até intensamente procurada nos longos segundos que passam. Olho o mar, a razão, olho a cor, olho em redor e vejo que tudo mudou. Já não procuro a alegria, porque sinto a tristeza. Deixei de ver o que de positivo a alegria me traz, porque encarei a dura realidade de ser como sou. De ser assim, de estar assim, de qerer ser assim e de falhar assim. Era bom acordar de manhã, levantar para a vida e sonhar que iria voar por entre estes obstáculos que crescem á minha volta. Agora, sinto-os como barreiras de uma grandeza inantigivel, de uma contrariedade tal que nem me vejo a ultrapassá-los. As forças cairam, a vontade fugiu, a ilusão voltou e eu, perante este mundo cruel, baixo os braços. Acabou. Lutar ? Não. A vida não sao lutas, são ganhos. Não sao exemplos, sao certezas. E eu sei que sinto que a razao leva.me a este estado involuntario em que me perco em pensamentos de como tudo seria diferente se .. se e ses que completam uma ilusão em que me escondo. Não desisti, simplesmente aceitei. Porque sei que a minha luta nao causara diferença, porque sei que eu n mudarei um caminho, porque sei que nao alterarei nada. Porque acima de tudo, sei como a vida me ganha e que, neste momento de solidao extrema, conjugo o verbo 'sentir' .. sentir fortemente esta vida e, de braços para baixo, olhar o ceu á procura da resposta ... resposta respondendo á pura ilusao da vida.
sábado, 17 de maio de 2008
Azóia
“Escrevo. Simples palavras que me conformam o espírito, ou que simplesmente o atordoam... Ordeno-as calmamente, num grito pela liberdade que elas me trazem. Procuro-as, chamo por elas na tentativa desesperada de elas soltarem o que sinto, a árdua dor da alegria no contraste com o vazio da mágoa.
Quero um abrigo. Abrigar-me desta agitação que o mundo cria, onde me envolve espontâneamente numa acção vulgar. Pediria o sol se fosse preciso. Teria vista privilegiada para um manto azul que envolve um mundo terrestre. Mas não. A excentricidade leva-me a momentos de loucura impossíveis de suportar, impossíveis de controlar. Prefiro esconder-me deste mundo, sentar-me comodamente e escrever palavrões através de simples quadros imaginários por entre uma natureza perfeita. Guiar-me-ia pela loucura da grandeza, mas sinto-me demasiado confortável para sonhar alto. Olho em redor, e abranjo tudo num simples olhar indiscreto. Consigo sentir a tensão exterior na minha pequena cadeira, onde vibro com tamanha sensação. Sensações permanentes na procura de liberdade, sonho e fantasia, voando pelo exterior sentindo o lugar. Sinto as palavras a entrarem-me pela casa adentro numa afronta á minha simpatia, buscando as minhas alegrias e tristezas, que a minha leve caneta descreve ao deslizar num simples papel. Porque sei que posso estar aqui como ali, que essas palavras não me abandonarão, simplesmente mudarão a minha ténue visão deste pequeno mundo envolvente. E, assim, traduzo este espaço como sensorial, sentindo cada segundo que passa, na intensa busca pela simples inspiração...
No fim, deparo-me com este volume marcante numa simples natureza. Complica-se o simples, e busca-se a simplicidade, num meio confuso onde nos libertamos do mundo e buscamos a básica palavra de todas: viver. Viver este espaço, viver este mundo, viver vivendo numa frenética envolvente que nos faz mover... Mover uma simples caneta, duas básicas palavras e um conjunto de ideias, que traduzem a minha liberdade, a minha inspiração. Sinto que consegui o espaço ideal, aquele em que eu vivo, e aquele que me faz viver...”
Quero um abrigo. Abrigar-me desta agitação que o mundo cria, onde me envolve espontâneamente numa acção vulgar. Pediria o sol se fosse preciso. Teria vista privilegiada para um manto azul que envolve um mundo terrestre. Mas não. A excentricidade leva-me a momentos de loucura impossíveis de suportar, impossíveis de controlar. Prefiro esconder-me deste mundo, sentar-me comodamente e escrever palavrões através de simples quadros imaginários por entre uma natureza perfeita. Guiar-me-ia pela loucura da grandeza, mas sinto-me demasiado confortável para sonhar alto. Olho em redor, e abranjo tudo num simples olhar indiscreto. Consigo sentir a tensão exterior na minha pequena cadeira, onde vibro com tamanha sensação. Sensações permanentes na procura de liberdade, sonho e fantasia, voando pelo exterior sentindo o lugar. Sinto as palavras a entrarem-me pela casa adentro numa afronta á minha simpatia, buscando as minhas alegrias e tristezas, que a minha leve caneta descreve ao deslizar num simples papel. Porque sei que posso estar aqui como ali, que essas palavras não me abandonarão, simplesmente mudarão a minha ténue visão deste pequeno mundo envolvente. E, assim, traduzo este espaço como sensorial, sentindo cada segundo que passa, na intensa busca pela simples inspiração...
No fim, deparo-me com este volume marcante numa simples natureza. Complica-se o simples, e busca-se a simplicidade, num meio confuso onde nos libertamos do mundo e buscamos a básica palavra de todas: viver. Viver este espaço, viver este mundo, viver vivendo numa frenética envolvente que nos faz mover... Mover uma simples caneta, duas básicas palavras e um conjunto de ideias, que traduzem a minha liberdade, a minha inspiração. Sinto que consegui o espaço ideal, aquele em que eu vivo, e aquele que me faz viver...”
Vive
Eram 10 horas. Sem dúvida, um dia diferente se aproximava. O sol, acabado de se erguer, iluminava um mundo inquieto, empolgado na busca do seu dever. Era visível uma borboleta, junto a uma linda rosa vermelha, no meio de um jardim. Uma área sagrada da natureza, onde se viam pequenas flores e imponentes árvores que sobressaíam naquele lugar. À sua volta, o mundo. A inquietação das pessoas, o ensurdecedor barulho da inovação e a busca pela tão esperada calma. Ali no meio, encontrava-se ele. Alto, visivelmente calmo e desgastado pelas mudanças na vida. Encorajado também, não só pela sua força mas por existir um dia de amanhã. Sentia a brisa, como um alívio para o calor que já era presente. Não pensava, simplesmente sentia. Sentia o seu respirar, a sua vontade, a sua força e a sua leveza para voar. Tinha tanto para contar mas das suas palavras surgia o ensurdecedor silêncio. Tinha aprendido a controlar-se, a sobressair-se das suas incógnitas e a levantar a cabeça, como que acreditando na sua força. Estava sentado junto a uma árvore. Os pensamentos surgiram, inesperados, enchendo por completo o seu ser. Sentia raiva, dor, tristeza até pelos seus actos, até que surgiu uma lágrima escorrendo pelo seu liso rosto. Julgava-se um falhado, um perdido no caminho por si traçado. Havia uma razão, mas por mais certa que estivesse, era difícil de acreditar. Tinha falhado certamente, mas era aquele o caminho a seguir. Incluía mudanças sem dúvida, mas esperanças e desilusões, alegrias e tristezas, e uma infinidade de coisas que o fariam outro. Outro ser, outra voz neste discutido mundo. Ele sabia e sentia essa decisão. Sabia que a vida era assim, feita de escolhas, e sabia que cada um tinha a sua longa estrada. Não a temia, mas esse era agora o seu percurso. Levantou-se, e olhou em volta. Tantas vidas, tantas forças e obscuridades. Sorriu. Sentia-se leve, forte como nunca, inquieto por começar o percurso, e incrivelmente esperançoso após aquele momento de raiva e tristeza. Sentia-se vivo. Algo que prometera não esquecer… Acreditava no futuro como ninguém, e por isso avançou em direcção do nada. Sabia que lhe aguardavam reviravoltas inesperadas, sorrisos persistentes e lágrimas angustiantes. Sabia que ia mudar, e que ia aprender. Sobretudo aprender. Após isto, sentiu-se vivo… Vivo como nunca. E partiu...
Pequenos textos ..
"e assim foi.. num momento unico, os seus olhos brilharam na escuridao, simbolo de que estava a minha espera.. era arrepiante a tua expressão, transmitida através dos teus olhos, da profundidade que eles tinham, das mensagens que eles me dirigiam. Fui ao teu encontro, guiado pelo meu coração e na esperança de te sentir. Junto a ti, era facil sentir o teu coração aos pulos, a tua respiração, a voz gritante da tua vontade.. peguei na tua mao, senti-te por breves instantes, e a olhar para os teus lindos olhos, disse: es o meu presente, e o sonho de seres o meu futuro.. não me abandones, e voa comigo.. liberta-te, sonha, que eu levar-te-ei sem regresso para o meu coração.. Foi entao que ele, no meio daquele momento unico, a olhou nos olhos, e pegando nas suas mãos suaves, lhe murmurou: "... não vás ... és o meu presente, o meu futuro. Quero-te, agora e amanhã, quero sentir a tua doce pele, ver os teus lindos olhos, e beijar a tua boca... não me abandones, porque destroçarás o meu coração, e a partir daí, a minha vida perderá cor, porque és tu o meu arco íris.. " Depois destas palavras, o coração acelarava.. a ligação de olhares era forte, penetrante.. como eram lindos os olhos dela, com o brilho que mostrava a sua alma.. então ele avançou, e beijou-a.. momento único aquele, onde a paixão se soltou ... Aquele momento tinha sido unico.. os labios dela eram inesqueciveis, e cada beijo era apenas mais uma lembrança.. olhou para ela, mais uma vez.. era hora de partir. Ja sentia saudades. Apesar de a ver mesmo a sua frente, e de sentir a sua mao, as saudades apertavam.. era triste saber que se ia embora, e que ia passar umas horas sem a ver, sem a ter, sem a ouvir... tinha gravado a imagem do seu olhar, e como despedida, murmurou no seu ouvido: "Sei que vais, mas gostaria de te ouvir dizer que voltas.. es-me tudo. Es o meu sonho, o meu presente. Sabes que eu te adoro, e que nunca te esquecerei.. Por favor nao me abandones.. " Depois de um beijo, ela partiu.. Ele viu-a desaparecer no horizonte.. a sua imagem ficou memorizada, e o seu olhar cravado em memórias.. era linda aquela imagem, cm o por do sol a iluminar o horizonte.. sem duvida que tava apaixonado, e ela era a tal que o fazia sentir-se dessa forma.. Ele estava ansioso.. ia ve-la mais uma vez, senti-la. Tinha chegado a hora. Ela não se atrasou, e o seu olá havia feito desperta-lo.. Ela estava ali, á sua frente. O que ele havia sonhado estes dias, era agora realizado. Via o seu olhar penetrante, ouvia o seu respirar, e sentiu a sua mão, num toque leve e suave. Aproximou-se dela, e murmurou ao ouvido: "Ainda bem que viestes.. Morri de saudades. Quero-te." Após estas palavras, ela beijou-o, inesperadamente. Ele sentiu naquele beijo aquilo que tanto esperou nos últimos dias. Foi longo, doce, mágico. Finalmente tava cm ela, e nunca a iria abandonar... Descobriu, por fim, que tava apaixonado... As horas de agonia demoravam a passar.. estarias bem? O meu coração palpitava por ti.. sentia medo de te perder, medo de que não estivesses bem.. Por fim, recebi um recado teu.. Estavas bem, e iria tar contigo.. Estava perto o momento. Esperei pelas 11h, um pouco nervoso, mas seguido pelo coração. Avistei-se, e aí, tudo mudou. Es linda... Vi os teu cabelos encaracolados, abrilhantados pela luz do sol.. o teu corpo, perfeitu, e por fim, quando já estavas a minha frente, vi os teus olhos, senti a tua pele após dois leves beijos.. Es perfeita.. senti a tua mão, e não pude deixar de dizer.. Adoro-te e quero-te... "
Subscrever:
Mensagens (Atom)